sábado, junho 23, 2007

BOAS FÉRIAS!!!

O Yakko ajuda-te a escolher um destino para as tuas férias... ou então aprende mais um pouco sobre Geografia.



Se tiveres coragem, apanha um foguetão e viaja pelo espaço!!

segunda-feira, abril 02, 2007

2 DE ABRIL - DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL





Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil
Margaret Mahy

Nunca me hei-de esquecer de como aprendi a ler. Quando era menina, as palavras escapuliam-se diante dos meus olhos como pequenos escaravelhos negros cheios de pressa. Mas eu era mais inteligente do que elas. Aprendi a reconhecê-las apesar de tentarem escapar-me velozmente. Até que, por fim, consegui abrir os livros e entender o que lá estava escrito. Sozinha, tornei-me capaz de ler contos, histórias engraçadas e poemas.
No entanto tive surpresas. A leitura deu-me poder sobre os contos e de alguma forma também deu aos contos um certo poder sobre mim. Nunca lhes pude escapar. Isso faz parte do mistério da leitura.
Uma pessoa abre um livro, acolhe e compreende as palavras e, se a história for boa, ela explode dentro de nós. Aqueles escaravelhos que correm em linha recta de um lado para o outro da página em branco convertem-se primeiro em palavras e, logo a seguir, em imagens e acontecimentos mágicos. Ainda que certas histórias pareçam nada ter que ver com a vida real, ainda que nos conduzam a surpresas de toda a espécie e se distendam em múltiplas possibilidades, para um lado e para o outro, como pastilhas elásticas, no final as histórias que são boas devolvem-nos a nós mesmos. São feitas de palavras, e todos os seres humanos sonham ter aventuras com as palavras.
Quase todos começamos como ouvintes. Ainda bebés, as nossas mães e os nossos pais brincam connosco, dizem-nos rimas, tocam-nos as mãos («Pico pico maçarico quem te deu tamanho bico…») ou põem-nos a bater palmas («Palminhas, palminhas…»). Os jogos com palavras são ditos em voz alta e, quando somos crianças, escutamo-los e rimos com eles. Logo a seguir aprendemos a ler os caracteres impressos na página branca e, mesmo quando lemos em silêncio, há uma certa voz que está presente. A quem pertence esta voz? Pode ser a tua própria voz, a voz do leitor. Mas é mais do que isso. É a voz da história que vem do interior do próprio leitor.
É claro que há hoje muitas maneiras de contar uma história. Os filmes e a televisão têm histórias para contar, embora não usem a linguagem da maneira como o fazem os livros. Os escritores que trabalham em guiões de televisão ou de cinema são obrigados a utilizar poucas palavras. «Deixem as imagens contar a história», dizem os especialistas. Muitas vezes vemos televisão na companhia de outras pessoas, mas quando lemos quase sempre estamos sós.
Vivemos numa época em que o mundo está cheio de livros. Mergulhar nos livros à procura de alguma coisa, lendo-os e relendo-os, faz parte da viagem de cada leitor. A aventura do leitor consiste em descobrir, nessa selva de caracteres impressos, uma história tão vibrante que o transforme como que por magia. Uma história tão apaixonante e misteriosa que mude a sua vida. Creio que cada leitor vive para esse momento em que de súbito o mundo de todos os dias se altera um pouco, abre espaço a uma nova piada, a uma ideia nova, àquela nova possibilidade que é dada a uma determinada verdade de se exprimir pelo poder das palavras. «Sim, isto é mesmo verdade!», exclama aquela voz dentro de nós. «Estou a reconhecer-te!» A leitura é verdadeiramente apaixonante, não acham?

Margaret Mahy

MARGARET MAHY nasceu em Whakatane, Nova Zelândia, em 1936. Bibliotecária, decidiu dedicar-se a tempo inteiro à escrita, em 1980. Escreveu obras dirigidas a diferentes idades, cultivando géneros que vão do álbum para crianças pequenas ao romance juvenil, passando pela poesia e pelo texto dramático. É uma das mais premiadas escritoras da Nova Zelândia, tendo sido distinguida, em 2006, com o Prémio Hans Christian Andersen do International Board on Books for Young People (IBBY), o mais importante galardão mundial atribuído a um autor de literatura para crianças e jovens. Marcada pela riqueza poética da linguagem, a escrita de Mahy tem logrado exprimir, por vezes de modo metafórico mas sempre com extraordinária autenticidade, a experiência da infância e da adolescência. Encontra-se traduzida em numerosos idiomas, incluindo o português (O Rapaz dos Hipopótamos, Livros Horizonte). Outros títulos que publicou: Catálogo do Universo, Lembrança, Um Leão no Prado, O Homem cuja Mãe Era Pirata.

Versão portuguesa: José António Gomes

domingo, março 18, 2007

ESCRITA CRIATIVA NA BIBLIOTECA ESCOLAR

Brincando com o som das palavras, aumentamos o nosso conhecimento da Língua Portuguesa. Inspirados pelo "Abecedário sem juízo" incluído no livro "A gata Tareca e outros poemas levados da breca", de Luísa Ducla Soares os alunos escreveram o seu


ABECEDÁRIO COM POUCO JUÍZO

A é a Ariana, que não gosta de banana.
B é a Bela, que se põe á janela.
C é o Cristiano, que ainda só fez um ano.
D é a Daniela, que faz a sopa na panela.
E é o Eugénio, que é esperto como um génio.
F é o Fernando, que a pé vai andando.
G é a Guida, que detesta andar à corrida.
H é o Hilário, que escreve o seu diário.
I é a Inês, que já sabe falar inglês.
J é a Joana, que conduz a carripana.
L é o Luís, que é um rapaz feliz.
M é o Micael, que lança o papagaio de papel.
N é o Nuno, que joga bem o UNO.
O é o Óscar, que está coxo, anda a mancar.
P é o Paulo, que monta a cavalo.
Q é a Quitéria, que vive na miséria.
R é a Rita, que qualquer coisa a irrita.
S é o Sandro, que mergulha com o escafandro.
T é o Tiago, que pesca peixe no lago.
U é a Urquida, que é uma professora divertida.
V é a Vitória, que não dorme sem ler uma história.
X é o Xavier, que dorme onde quiser.
Z é o Zé, que cheira muito a chulé.
Ariana
Luís Fernando
Paulo
David Campião
Micael

sábado, fevereiro 17, 2007

Ainda os acrósticos!

Continuámos a brincar com as letras e palavras e agora foram as professoras os alvos... e também a nossa terra!
M elhor amiga de todos os
A lunos.
R aparigas e rapazes somos todos seus amigos.
G uarda dos livros,
A miga das professoras.
R ecorda-se de tudo.
I rrita-se facilmente.
D e todos os amigos presentes:
A doramos trabalhar com ela.
U ma professora madeirense.
R apazes e raparigas seus alunos
Q ue lhe dedicam este poema. A
U ma professora inteligente a quem
I deias não faltam.
D amos-lhe muito valor e somos seus
A migos para sempre.
João Vasco
Fábio
Inês
Joana
Luís Lopes
Paulo

P eixes há muitos no
R io Sado.
A ndorinhas do mar e flamingos
I nvadem as marinhas.
A lgumas aves
S ó vêm na Primavera.

D ormem em
O utros países mais quentes.

S omos responsáveis pelo
A mbiente natural.
D evemos proteger
O s animais da nossa Terra.


Luís Fernando
Ariana
JoanaMicaela
Luís Lopes
Fábio
David Campião

PLANO NACIONAL DE LEITURA

A Turma de 2º e 3º ano tem trabalhado vários livros no âmbito do Plano Nacional de Leitura.

A sua última produção é digna de registo ... a história do livro "SAPO É SAPO" de Max Veltuijs foi brilhantemente transformada em verso e ilustrada.


Era uma vez um sapo
que não sabia voar
pois não tinha asas
e não queria saltar.

Com a sua amiga pata
tentou aprender
construiu umas asas
que ficaram a tremer.

Logo desistiu
e quis aprender a ler
com a sua amiga lebre
não conseguiu vencer.

Depressa foi ter com o porco
para um bolo fazer
mas o que aconteceu
foi que a cozinha ficou a arder.

Por fim o sapo descobriu
que muitas coisas sabia fazer
pular, saltar e nadar
e que mais nada precisava aprender.

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

ESCRITA CRIATIVA NA BIBLIOTECA

Os alunos de 3º e 4º ano desnvolveram uma actividade de escrita criativa com a professora Guida na Biblioteca. Chama-se ACRÓSTICO e apela à imaginação, estimulando o desenvolvimento do vocabulário. Cada aluno escreveu sobre si e tivemos resultados muito interessantes.

I sabel e Isidoro são os meus pais
N este de dia estou feliz
E alegre por ter uma família assim.
S omos todos muito felizes.
P aulo é o meu nome,
A migo engraçado.
U nião é o que eu quero.
L eve e feliz
O ho o futuro.
L er não é comigo. Sou
U m bocado preguiçoso e
I mensamente distraído.
S ó quero melhorar.
J ogo ao computador
O u à bola
A s escondidas
O u à apanhada.
J oana e seus amigos partiram para
O pátio
A panharam muitas flores
N aquele dia divertiram-se
A grande.
F iz anos no dia 13 de
A gosto. O meu pai foi buscar o
B olo, que tinha uma bicicleta desenhada,
I gual à que eu tenho no armazém.
O lhei para a bicicleta admirado...
A s vezes estudo muito.
R io-me muitas vezes.
I nvento algumas anedotas.
A doro os meus amigos
N ão gosto que me façam mal.
A divinha quem eu sou.
D e tarde brinco com os amigos.
A manhã brincarei com a bicicleta.
V ejo televisão todos os dias.
I nvento brincadeiras para me divertir
D e todas as maneiras.
M ostro o meu valor,
I mportante é estudar.
C olaboro com os meus colegas.
A doro os meus pais.
E bom conversar com os meus amigos.
L eite, o que eu mais gosto.
A ntes de brincar, vou estudar.
L eite é o que eu gosto.
U nicórnio é o animal que eu não gosto.
I magino o meu futuro.
S argento eu quero ser.

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Um Presente de Natal especial

Agora vamos de férias... Desejamos a todos um Óptimo Natal e um Fantástico 2007.

E desfrutem este desenho animado!
Basta clicar...

terça-feira, outubro 24, 2006

INAUGURAÇÃO DA NOSSA BIBLIOTECA


Apesar de estar em funcionamento desde há algum tempo, a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Setúbal quis assinalar o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares, inaugurando algumas Bibliotecas entre elas, a nossa.

Aqui fica o registo desse momento...

Os alunos cantaram uma canção e declamaram uma pequena poesia...

... e presentearam a Senhora Presidente com um texto e um desenho.

A senhora Presidente descerrou a lápide comemorativa deste evento e visitou a nossa Biblioteca, elogiando o resultado conseguido, com a transformação deste espaço, que já foi a despensa.